sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Algumas dicas.

Uma maneira de reaproveitamento do seu lixo...

E aí, o que fazer com eles?

A resposta parece fácil, mas não é. Quem está atolado de equipamentos sem uso, atualmente possui três opções para um descarte sem agressão ao meio ambiente: entregá-los ao fabricante, se esse tiver um programa específico para isso, o que não é o caso da maioria das companhias; vender; ou doar para uma instituição de caridade ou empresas de reciclagem.



O professor do Instituto de Química da Universidade de Brasília (UnB) Antônio Moraes Guaritá explica que o lixo tecnológico é tratado como resíduo químico durante a coleta e é jogado em aterros, causando contaminação do solo, da água e, conseqüentemente, dos alimentos.

"O material plástico das carcaças de computador leva séculos para se decompor na natureza. Componentes como placas-mãe são compostos de metais pesados como mercúrio, chumbo e cádmio", exemplifica. Metais pesados podem causar danos ao sistema nervoso, edemas pulmonares, câncer, além de serem nocivos ao meio ambiente.

Prós e Contras

Os benefícios da tecnologia são vários, porém como tudo tem o seu lado ruim, a tecnologia vem avançando, cada vez mais, e com isso ela também traz grandes prejuízos, principalmente para o meio ambiente, pois com o consumismo, a tendência do homem é comprar quase que compulsivamente, adquirindo equipamentos mais modernos e práticos. Mas o que se deve fazer com aqueles equipamentos que não tem mais utilidade?
Tudo aquilo que não é mais útil para nós é descartado. Mas nem tudo deve ter o mesmo destino. A falta de instrução leva o homem a descartar o lixo eletrônico como se fosse o lixo comum. O lixo tecnológico é um dos grandes fatores que contribui para a poluição do solo, do ar e também da água. Mas quem é o grande prejudicado? No final das contas o grande prejudicado é o homem, pois o lixo eletrônico descartado, por ele, agride o meio ambiente e tudo que nele vive.

Lixo tecnológico e o meio ambiente: de quem é a responsabilidade?

Nós ainda não resolvemos um grande problema, que é o lixo domiciliar, isso sem incluir o hospitalar e agora nos deparando com o lixo tecnológico, que com o seu grande volume começa a afetar mais uma vez o meio ambiente com suas substâncias químicas, que são nocivas aos seres humanos e aos animais.
E quem não tem esse tipo de lixo obsoleto em sua residência ou no local de trabalho e fica sem saber como se desfizer dele? O nosso comportamento é armazená-lo em algum canto da casa, acumulando esses trastes, alguns doam para instituições, outros os vendem com valores simbólicos, outros fazem doações para os “amigos” e/ou familiares. Mas vai chegar um determinado dia em que não terão um destino a não ser descartado, por não funcionarem ou não existirem mais peças para sua reposição. Da maneira como anda a evolução tecnológica, temos de reconhecer que realmente não damos conta de acompanhá-la, basta presenciar o comportamento dos nossos filhos, parece que já nascem com um “chip” no cérebro, pois tamanha é a intimidade deles com esses equipamentos que deixam muitos adultos a ver navios quando os vemos navegarem pela internet.
Mas não me refiro apenas aos computadores como lixo tecnológico, mas outros equipamentos eletroeletrônicos que também entram na lista, e como exemplo: telefones celulares, aparelhos eletrodomésticos ou eletroeletrônicos e seus componentes, incluindo os acumuladores de energia (baterias e pilhas) e produtos magnetizados de uso doméstico, industrial, comercial e de serviço composto por materiais não-biodegradáveis e CRTs (tubos de imagem de televisão).
O lixo tecnológico é tratado como resíduo químico durante a coleta e é jogado em aterros, causando contaminação do solo, da água e, conseqüentemente, dos alimentos. Telefones celulares descartados em aterros sanitários ou incinerados criam a possibilidade de liberar substâncias tóxicas (metais pesados) que antes estavam nas baterias, circuitos impressos, displays de cristal líquido.
Componentes como placas-mãe são compostos de metais pesados como mercúrio, chumbo e cádmio: esses podem causar danos ao sistema nervoso, edema pulmonar, câncer, além, é claro, de serem nocivos ao meio ambiente.
O material plástico das carcaças de computador leva séculos para se decompor na natureza. Um monitor leva 300 anos para se decompor, pouca gente sabe, mas este equipamento pode conter até 25% do seu peso em chumbo.
No período de chuvas, esses tipos de substâncias podem alcançar os lençóis freáticos e contaminar rios e peixes, provocando danos à saúde das pessoas e do meio ambiente, pois nos alimentamos com esses peixes e se nos contaminamos também.
Atualmente, o problema causado pelo avanço tecnológico ocorre no mundo inteiro e devido a isso produtos tais como celulares que a cada dia estão mais sofisticados e que não utilizamos 1/3 das suas funções são substituídos num curto espaço de tempo e o seu descarte é feito de maneira incorreta, causando não só prejuízos ao meio ambiente, mas também à nossa saúde.

O que é Lixo Tecnológico?

Com o avanço da tecnologia os computadores, celulares e outros aparelhos, rapidamente, se tornam ultrapassados e são descartados causando um problema no mundo todo. Cerca de 99% dos aparelhos eletrônicos vão parar no lixo e que vem causando um sério risco ao meio ambiente. Mas o que fazer com essa sucata eletrônica que prejudica o meio ambiente? A solução mais responsável para quem troca de aparelho é reaproveitar (retirada de peças que funcionam) ou doação de máquinas
A maioria das pessoas não sabe o que fazer, mas já existem varias coletas de celulares, pilhas, baterias e outros equipamentos têm como objetivo conscientizar a população sobre os perigos do lixo eletrônico – cujos componentes como metais pesados, são nocivos à saúde e ao meio ambiente. Mesmo produtos sem recuperação contêm partes boas que podem ser usadas na montagem de outro equipamento. Também têm valor para a indústria de recondicionados e podem servir como parte de pagamento para novos.
Embora o reaproveitamento de materiais possa ser uma saída inteligente, os químicos perigosos presentes nos eletrônicos podem afetar as pessoas que trabalham no campo de reciclagem, assim como a vizinhança e o ambiente. Em países desenvolvidos, o processo acontece em lugares específicos para isso, sob condições mais ou menos controladas. No restante do mundo, a operação, na maior parte das vezes, não sofre nenhuma fiscalização. O desmanche é feito à mão em lixões, muitas vezes por crianças.